Paulo Rezzutti participa de bate-papo virtual sobre telas do Museu Histórico da Cidade

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro– Espaço Vivo

Jardins do Museu receberão atividades artísticas e culturais durante o verão

Foto: Divulgação

O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro apresenta até o dia 28/03 o projeto gratuito Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro– Espaço Vivo. Todos os visitantes poderão experienciar e vivenciar as atividades propostas pelos diferentes atores, artistas, arte-educadores. A realização é da Associação de Amigos do Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, com curadoria de Gisele Lopes e de Carlos Magno Romano. Por conta da pandemia, todos os eventos serão virtuais e o projeto encerra no dia 28/3. Os encontros serão exibidos no Canal do Youtube do MHC: https://www.youtube.com/channel/UCE62yUmCCpm9MKbAbzEUkSA


O projeto “Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro– Espaço Vivo” terá 3 módulos:



Módulo 1- “Encontros Culturais” (arte-educação)

Encontros culturais com artistas das mais variadas linguagens que visam resgatar a essência do museu como espaço cultural e de formação, propondo fortalecer a relação fundamental entre Cultura e Educação no processo de formação da cidadania.



Módulo 2- “Atividades Culturais Interativas” (histórico)

Atividades culturais interativas com artistas das mais variadas linguagens, poetas e especialistas em Museologia, História e profissionais ligados à área afins com apresentação de leituras encenadas, saraus e palestras visando integrar o acervo do MHCRJ com as propostas apresentadas.



Módulo 3- “Vivências Ambientais” (ambiental)

Atividades ecológicas e ambientais que promovam o conhecimento do Parque da Cidade com valorização e preservação do Meio Ambiente por meio de oficinas e palestras ligadas ao tema.



Foto: Divulgação



Outro aspecto que será explorado é o da sustentabilidade econômica e ambiental do Parque da Cidade ou Parque da Gávea, local onde se localiza o MHCRJ. Localizado no bairro da Gávea, estende-se por 470.000 m², até as proximidades do Parque Nacional da Tijuca, com o qual compõe uma grande área de proteção ambiental. O local de bastante área verde ainda é pouco conhecido e explorado pelos moradores da cidade do Rio de Janeiro e, pretendemos dar maior visibilidade ao Parque pela integração de ações com o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro.



Nosso desejo é que o museu seja o lugar para estar com a família e amigos, além de possibilitar uma interação do público do Parque da Cidade com o Museu Histórico da Cidade.

Paulo Rezzutti/ Foto: Divulgação




Programação (encontros virtuais):



20/3, sábado, às 15h- A história por trás do acervo (virtual)

Paulo Rezzutti – pesquisador e escritor vencedor do Prêmio Jabuti em 2016 e 2017, é autor de Domitila, a verdadeira história da Marquesa de Santos, Titília e o Demonão, D. Leopoldina, D. Pedro, D.Pedro II, Mulheres do Brasil


Release da atividade: A partir de telas do Museu Histórico da Cidade, Paulo Rezzutti contará a história de acontecimentos da cidade do Rio de Janeiro.

Dia da exibição: 27/03

Horário: 15h


Para completar a programação virtual, postaremos mini vídeos das 5 atividades presenciais realizadas:



21/03, domingo, às 11h


Caminho histórico do Parque da Cidade

Conhecendo suas Histórias entre raízes e galhos, o trajeto percorrido terá coleta de sementes e plantio de mudas de árvores nativas, deixando enraizada a experiência do visitante ao Parque da Cidade com Leandro Urso, agente ambiental e articulador cultural, Walter Solimão, guarda municipal e artesão, e André Silva, agente ambiental.


21/03, domingo, às 15h


“O bota-abaixo de Pereira nos passos de João do Rio”


Apresentar em formato de Leitura Dramatizada trechos do livro A Alma Encantadora das ruas, de João do Rio. Ninguém melhor para apresentar o Rio de Janeiro do início do século XX do que João do Rio. Ou melhor, João Paulo Alberto Coelho Barreto (1881-1921) cronista atento ao bota-abaixo de Pereira Passos, o Prefeito “que fez o carioca mudar-se de uma velha e colonial cidade para uma opulenta e encantadora capital sem que esse arredasse o pé do Rio de Janeiro” A partir de suas crônicas, saídas da redação para as ruas mostrando movimentos e personagens da cidade, ele tornou-se a alma encantadora das ruas e o João de todos os rios com Beth Araujo, carioca, atriz, diretora, dramaturga, produtora e arte-educadora e participação do músico Pedro Soares no violão.


27 de março, sábado, às 11h

Lucia Morais e as lendas indígenas

Por meio de um passeio poético e lúdico, Lucia Morais narra em roda as lendas indígenas de diversas etnias, iniciando com a criação do Mundo, passando para TaenáEkan e outras. Utilizará adereços indígenas: Pau de chuva, maracá, apito. Finalizará a atividade com uma dança do Toré com os participantes, cantando “ Pisa Ligeiro” com Lucia Morais- origem indígena, Tucuju de Macapá/ AP. Narradora de Histórias, atriz.


27 de março, sábado, às 15h

Museu Histórico da cidade do Rio de Janeiro em cordel


Em versos poéticos da Literatura de Cordel, o cordelista Severino Honorato, paraibano de Mulungu, agitador cultural e de mobilização social, com formação em produção Cultural pela UFF. nos brinda com esse convite para participar de um passeio poético em forma de cordel pela área externa do Museu


28 de março, sábado, às 11h

Migrações Negras: resistências, reexistências, caminhos e trajetórias dos saberes e fazeres da cultura Afro na cidade do Rio de Janeiro



Na atividade falou-se um pouco sobre a cultura afro carioca e seus processos migratórios do interior para a região central da cidade no pós-abolição e, logo em seguida, forçados pelas ações da reforma Pereira Passos, dessa região central para as periferias, subúrbios e favelas que se formariam a partir de então. Analisou como estes locais, como o bairro de Madureira e a comunidades da Serrinha, se tornaram verdadeiros Quilombos culturais de preservação de memória e de resistência de saberes e fazeres ancestrais como o Samba, O Jongo, As curimbas e Ladainhas com Rodrigo Nunes, Produtor Cultural, Coreógrafo, Dançarino, Arte-educador e pesquisador de Danças Negras Tradicionais.Coordenador do Ponto de Cultura Companhia de Aruanda e membro Fundador do Coletivo NegraAção.

Por Palomas Buquer Divulgação

Revista InFoco

Revista In Foco. Uma revista Eletrônica que vai te deixar informado sobre diversos eventos. Fique Ligado!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *