Estética: Corrente russa uma grande aliada para o verão

Técnica ajuda no combate a flacidez, celulite e rugas

 

Foto Divulgação Agência Zapp News

Quem é que não quer estar com um corpão no verão, e poder exibi-lo nas praias, nos eventos? Um grande aliado nos tratamentos estéticos, para homens e mulheres, para dar forma e tornear os músculos é a corrente russa. Um estímulo elétrico usado para produzir uma contração muscular no local em que é aplicado. Desta forma, o tratamento com o uso desta técnica melhora o tônus muscular e a flacidez da pele, além de estimular a circulação sanguínea e linfática e a oxigenação celular.

Esteticamente pode ser usada para promover maior tonicidade muscular facial e corporal, melhora da celulite e rugas da face e pescoço e a modelagem corporal. Pode ser usada também para a recuperação do tônus muscular pós-parto e pós emagrecimento, além de pré e pós-lipoaspiração.

A corrente russa também pode ser usada para fins terapêuticos, como em esportes, para que os músculos se reestabeleçam e para que a circulação melhore e haja um relaxamento após a sobrecarga de um treinamento. Ela também pode ser aplicada para redução de dor, correção de marcha, melhora na deglutição, melhora da incontinência urinária, disfagia e reabilitação de doenças neurológicas, neuropediátricas, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e patologias traumato-ortopédicas. Também facilita cicatrização dos tecidos e consolidação de fraturas, assim como reduz espasmos musculares e edemas.

A técnica foi desenvolvida na Rússia para ser utilizada na melhora da flacidez, atrofia e fadiga muscular em astronautas, pois eles apresentavam falta da ação da gravidade na musculatura, ao retornarem de suas missões espaciais. Consiste em uma corrente de média frequência alternada de 2.500 Hz, aplicada como uma série de disparos separados, com o objetivo de produzir a potencialização muscular intensa, reduzindo ao máximo a percepção sensitiva do paciente. A corrente, conforme a necessidade de cada paciente, pode ser aplicada por até 20 minutos. É uma corrente elétrica despolarizada e, portanto, não apresenta riscos de choques. Só há o risco de maior dor com o tratamento conforme se aumenta a intensidade da corrente. É usada através de placas de silicone com um gel condutor entre a pele e o eletrodo sobre o músculo que deve ser estimulado.

 

Para um melhor resultado são necessárias de 10 a 20 sessões que podem ser feitas até duas ou três vezes por semanas. A manutenção após essas sessões depende de cada paciente e de sua necessidade.

 

De acordo com a Marcelle Menezes, CEO da Rede Marr Centro de Estética, não há cuidados que precisem ser feitos antes das sessões de aplicação da corrente russa. E, após o tratamento, o paciente pode sentir pequenas dores musculares, mas ele será orientado quanto isso. Assim como é orientado a moderar o consumo de frituras, açúcar, carboidratos simples e gorduras saturadas para obter a manutenção dos resultados obtidos com o tratamento.

 

 

 

 

Créditos Agência Zapp News

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