Aliel Paione lança Sol e Sombras

Em meio a relatos históricos e políticos de um país no século XX, obra do escritor mineiro Aliel Paione conta a história de João Antunes, um homem divido entre dois amores

 

Foto Divulgação / Aliel Paione

Depois do sucesso de Sol e Sonhos em Copacabana, primeiro livro da Trilogia do Sol, o físico e autor mineiro Aliel Paione lança Sol e Sombras. Neste segundo volume da série, conhecidos personagens dos leitores voltam à narrativa de Aliel: Verônica e Henriette, mãe e filha, dividem agora o amor de João Antunes, personagem principal da história.

Publicado pela Editora Pandorga, o romance ganha uma carga dramática intensa com a dualidade psicológica dos protagonistas – ao sol e à sombra das emoções – e com os relatos políticos e históricos vividos no Brasil no início do século XX.

João Antunes da Silveira Savelli é um jovem gaúcho, filho de imigrantes açorianos que vieram tentar a vida no Rio Grande do Sul (RS). Com um temperamento sensível e conflitoso, o protagonista se sente perdido entre dois amores que satisfazem momentaneamente suas emoções.

 

 

Nessas viagens, Antenor acostumara-se a trazer mensagens políticas enviadas pelo general Vargas a Dom Manolo. Eles se conheceram nos tempos da primeira Revolução Federalista, em 1893, quando se tornaram bons amigos. Durante as feiras, Antenor e seus peões permaneciam cerca de dez a quinze dias em Santo Ângelo.” (Sol e Sombras, pág. 13)

 

É nesse contexto que o segundo livro se cruza com a história do primeiro volume. Para quem já leu Sol e Sonhos em Copacabana, o lançamento Sol e Sombras desenvolve e aprofunda a narrativa proposta inicialmente pelo autor.

A Revolução Federalista, a carreira política de Getúlio Vargas, a República Velha e a política do café com leite são exemplos de momentos políticos e históricos registrados na obra. Ambientada no século XIX e início do século XX, a literatura de Aliel Paione também é um registro político e cultural de um Brasil em revolução e transformação.

 

Ficha Técnica:


Título
: Sol e Sombras

Autor: Aliel Paione
Editora: Pandorga
ASIN: B08635561T
Páginas: 453 páginas

Preço e-book: R$ 9,90
Link de venda: https://amzn.to/3e5WlMq

 

Sinopse: João Antunes da Silveira Savelli é um jovem gaúcho, filho de imigrantes açorianos que vieram tentar a vida no Rio Grande do Sul (RS). Seus pais ali se instalaram por julgar que teriam o auxílio dos descendentes açorianos que habitavam a antiga região das Missões, a oeste do Estado. João Antunes nasceu quando a família trabalhava na Estância de Santos Reis, de propriedade do General Manuel do Nascimento Vargas, pai do futuro presidente Getúlio Vargas, e ali fora criado. Desde criança, aprendera a decifrar a natureza e cultivou amor aos animais. Tornou-se exímio vaqueiro e se revelou um jovem de arrebatadora beleza. Tão logo as mulheres o vissem se sentiam inapelavelmente atraídas, e seus corações derretiam como a manteiga sobre o fogo. Mas João Antunes revelou também uma sensibilidade inquietante, o que o faria sofrer vicissitudes durante a vida.

Suas relações pessoais seriam marcadas por conflitos psicológicos que se originavam da oscilação constante entre a beleza e as emoções derivadas, que frequentemente colocavam à flor da pele circunstâncias dolorosas da condição humana. Este romance constitui o segundo de uma trilogia, o primeiro, já publicado, “Sol e Sonhos em Copacabana”; o presente, “Sol e Sombras”; e o terceiro, “Sol e Solidão”. Neste segundo livro, João Antunes conhece Verônica, mulher estonteante, amante do senador Mendonça e de Jean-Jacques, bem como Henriette, filha de Verônica, personagens já conhecidas. Verônica, para relembrar, era aquela mulher capaz de levar um homem do céu ao inferno com a mesma facilidade com que as folhas secas são sopradas pelo vento. É tão admirável quanto João Antunes. A trama continua a se desenvolver em meio a críticas psicológicas, políticas e históricas.

 

Foto Divulgação / Aliel Paione

 

 

Aliel Paione é engenheiro e mestre em Ciências e Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Trabalhou com salvaguardas nucleares na estatal Nuclebrás e foi professor de Física na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

 

 

 

 

 

 

 

Créditos LC Agência de Comunicação

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