Praça Seca recebe nos dias 3 e 4 espetáculo “Vertigem” e oficina, no C.C.M. Profa. Dyla Sylvia 

Foto Divulgação

Nos dias 3 e 4, o espetáculo Vertigem entra em cartaz no C.C.M. Profa. Dyla Sylvia de Sá, na Praça Seca., Zona Oeste do Rio de Janeiro. As sessões acontecem às 17 horas e são gratuitas, com distribuição de senha. Na manhã do espetáculo haverá também a oficina “Corpo Memória”, no próprio local às 09h30, também gratuito com distribuição de senha. 

O espetáculo “Vertigem” traduz parte da experiência urbana a partir de um jogo de movimentos ininterruptos. Na cena, os intérpretes Lucas Zina e Pedro Brum se revezam e/ou se multiplicam para abrigar uma convulsão que recebe, neste caso, o nome de dança. A obra tem duração de 20 minutos, sendo apresentada fora de ambientes tradicionais (palco). A mesma representará o Brasil na França, em Setembro deste ano, junto ao Festival Dança em Trânsito. As apresentações fazem parte da comemoração de 10 anos da Cia Gente. 

 

Serviço

C.C. M Profa. Dyla Sylvia de Sá

03 e 04 de junho, 17h

Gratuito com distribuição de senha.

Classificação: 14 anos

Oficinas gratuitas:

– Na manhã de cada espetáculo de repertório haverá a oficina “Corpo Memória”. OFICINA CORPO MEMÓRIA

C.C.M Profa. Dyla Sylvia de Sá dias 03 e 04 de junho, 09h30

Gratuito com distribuição de senha. Classificação: 12 anos

 

A oficina, de curta duração, propõe, por meio das representações do gesto, da palavra e do movimento, o uso do corpo e da voz como estratégias narrativas, tendo como protagonismo as respectivas biografias dos participantes. Para isso se utiliza da descrição textual, imagética, das atmosferas rítmicas, das cores, dos afetos e, sobretudo, das aberturas que podem ser suscitadas das experiências interpessoais. Experiências costuradas pela presença de um corpo político, um corpo criança, um corpo gente.

 

Serviço:

C.C.M Profa. Dyla Sylvia de Sá dias 03 e 04 de junho, 09h30

Gratuito com distribuição de senha. Classificação: 12 anos

 

 

O diretor Paulo Emílio Azevedo é professor, dramaturgo e criador no campo das artes cênicas com especialização em Antropologia do Corpo e Cartografia da Palavra. Sua metodologia de pesquisa denominada 4D: desequilíbrio, desobediência, desconstrução e deformação, já foi validada em mais de 30 países, o que lhe rendeu uma série de produções, artigos, livros e prêmios; destacando-se o “Rumos Educação Cultura e Arte” (Itaú Cultural, 2008-2010), “Nada Sobre Nós Sem Nós” (MINC, 2011), “O Corpo Vivo” (SECEC, 2020), “Acessibilidança” (Funarte, 2021), entre outros. Atualmente é Professor Especialista Visitante da UNICAMP e pesquisador da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF-RJ, escritor e consultor na área de Educação e Cultura.

Fundada em 09 de agosto de 2012 pelo antropólogo e professor Paulo Emílio Azevedo, a Cia Gente como o próprio nome indica é uma companhia de gente. Desse modo, sua motivação está no reconhecimento de potências presentes da diversidade humana, no exercício sensível do olhar e nas possibilidades criativas que emergem desses protagonismos – identificando, reconhecendo e fomentando variadas formas do saber e do fazer. Funcionando no formato de Rede e mesmo sem ter uma sede própria, a companhia já conquistou plateias em diversas cidades brasileiras e outros países (França, Alemanha, Bélgica, Uruguai, Portugal, EUA, entre outros), bem como já foi premiada em diferentes editais, públicos e privados. Atuando no campo da dança, da performance, do teatro, da literatura, do audiovisual e outras expressões artísticas, vem construindo um repertório amplo de espetáculos que mesclam essas linguagens, como é o caso de “Módio” (2016), “Fio do Meio” (2017), “Brutal” (2018), “Vertigem” (2020) e, agora, com a nova criação, “Virgula” (2022).

 

 

 

Por Divulgação Sandra Villela

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