3ª edição do Festival Ori, aportou no Sesc de Madureira

O Festival Ori – De Cabeça na Consciência, começou em 5 de novembro e segue até o dia 20, passando pela Biblioteca Parque Estadual, Theatro Municipal, MUHCAB, com filmes, debates e shows, entre outros, propõe aproximar e integrar a audiência de todas as idades e classes sociais à diversidade cultural afro-brasileira, ocupando e integrando os territórios do Rio de Janeiro nos ambientes virtual e presencial, celebrando resistência.

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A segunda mesa abordou: “Mulher Negra assumindo seu espaço”, ganhou participação da atriz e ex-jogadora olímpica de vôlei Lica Oliveira e da atriz e cantora Maria Ceiça, onde explanaram sobre a conquista do protagonismo de mulheres negras nas produções artísticas, nas grandes empresas e na sociedade. E como elas projetam o futuro.
Na terceira etapa, o tema da mesa foi a “Comédia Filosófica”, contou com a presença do ator e músico Sérgio Loroza e da magnífica Aza Njeri – pós doutora filosofias africanas e professora da PUC. Segundo Aza – “O Festival Ori, que sou assídua, participo há 3 anos, é de suma importância pelo conteúdo de debates, festivais como esses trazem consciência“. Para Loroza, o festival é instigante – “Traz possibilidades de revisitar nossa cultura com bastante sabedoria”

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E a quarta-feira encerrou com a última mesa, que abordou o “Movimento Negro, uma luta através do tempo”, com Luciene Lacerda, ativista e defensora da luta pela dignidade humana por meio da igualdade racial e de gênero, além de defender a forma antirracista de agir e com Dom Filó, cicerone do festival que declarou – “Uma legítima pluralidade da cultura afrobrasileira é que o foi visto neste evento de hoje”. A conversa transcorreu com fatos históricos de como surgiu e se desenvolveu o movimento negro no Brasil através do tempo. Contextualizando a criação do 20 de novembro, da Fundação Zumbi, Subida da Serra da Barriga, Marcha de 88 e outros fatos marcantes.

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