Grupo SOMA apresenta colecionáveis digitais em benefício de causa indígena; projeto faz parte das ações do Camarote Grupo SOMA 2023
“É muito bacana conseguirmos juntar carnaval, arte, moda, inovação, web 3.0 e causas sociais. Cada vez mais, tudo que fazemos precisa de um olhar cuidadoso com as pessoas e o meio ambiente. A contribuição ambiental vem ao apoiarmos os povos que historicamente preservam e asseguram nossas florestas. Os dados não nos deixam mentir: mais de 80% das áreas preservadas do planeta estão em terras de 3% da população mundial: povos originários como indígenas, quilombolas e aborígenes”, avalia Taciana Abreu, Head de Sustentabilidade do Grupo SOMA.

O Grupo SOMA e a BRIFW, em parceria, desenvolveram colecionáveis digitais em benefício de causa social indígena. A iniciativa, chamada de “O Bloco do Bem”, faz parte das ações do Camarote Grupo SOMA. Os colecionáveis foram criados pela equipe da BRIFW e carregam as artes de Moara Tupinambá e J. Cunha, que também foram convidados pelo artista e cenógrafo Gringo Cardia para colaborar no conceito visual do Camarote Grupo SOMA.
“Esta é uma ótima oportunidade de aproximar a moda digital da cultura brasileira. O Carnaval é o momento perfeito para isso, pois fala sobre nossa ancestralidade ao mesmo tempo que abre caminhos para descobrirmos novas formas de expressão”, complementa Olivia Merquior, fundadora da BRIFW.
O artista plástico e figurinista baiano J. Cunha tem uma relação estreita com o Carnaval e com as culturas afro-indígenas e popular nordestina brasileira e é responsável pelos colecionáveis “Dança Negra” e “Cocar de Tupã”. Já a artista e ativista Moara Tupinambá, de Belém do Pará, percorre a ancestralidade e a resistência dos povos indígenas nas obras “Kunhatã” e “Mãe Lua”. As quatro propriedades digitais foram registradas em blockchain e estão à venda pelo marketplace OpenSea, com opções de diferentes valores, e podem acessadas e adquiridas em Link
Por escolha dos artistas, a renda obtida será revertida para o Departamento de Mulheres Indígenas do CITA – Conselho Indígena Tapajós Arapiuns, atuante nos municípios de Santarém, Aveiro e Belterra.
“Ser convidada e homenageada com minha arte no Carnaval é algo que eu nunca havia pensado e que o Grupo SOMA me proporcionou. Além de inspirar a cenografia, esta arte se desdobrou para uma ação que está sendo feita com a venda dos colecionáveis digitais, que poderá fortalecer projetos de mulheres indígenas do Baixo Tapajós, e isso é muito importante para nós. É urgente que esse capital também consiga chegar em projetos distantes da região sudeste do Brasil”, conclui Moara Tupinambá.
Por FSB Comunicação