Dinossauros dominam as telonas com a estreia de “Jurassic World: Domínio”

Por Rogério Fidalgo

 

Foto: Divulgação

Jurassic World Domínio, que chega aos cinemas hoje, 2 de junho, é uma Nostalgia clássica com direito a ser aquela super despedida esperada pelos fãs que viram o filme nos cinemas, no ano 1993. Ainda mais com o retorno dos principais atores do elenco original Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum. Ver novamente esse trio reunido, após 27 anos, foi realmente incrível. Para a nova geração poder ver Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (dessa vez sem aquela brincadeira de ficar o filme inteiro de sapatos de salto alto, como foi no Jurassic World), com certeza, é realmente muito nostálgico.

Desde o último filme Jurassic Wolrd Reino Ameaçado, vimos que a Isla Nublar foi destruída por um vulcão e que alguns dinossauros foram retirados, e trazidos para o continente. E que, por ironia do destino, eles estavam vivendo entre os seres humanos, e agora é visto como está sendo a vida das pessoas do mundo, sendo obrigadas a viverem com os dinossauros a sua volta, seja na terra, no mar e no céu, e afetando a cadeia alimentar. O mercado negro para o comércio desses animais também cresce desenfreadamente, para os filhotes e os demais que ainda possível ser capturado sem dificuldade.

Os famosos easter eggs e comparações com os filmes anteriores não decepcionaram, como a aparição do creme de barbear do primeiro filme, que servia como capsula criogênica para colocar os embriões, dinossauros do primeiro filme aparecendo para causar aquele furor clássico. Algo que deixou a desejar foi um vilão mais imponente, com aquela malicia que conseguem ser odiados pelo público, o vilão Lewis Dodgson (que esse sobrenome é um easter egg do primeiro filme) vivido por Campbell Scott deixou a desejar muito, parece até que ele não tinha muitos traços de vilania muito aflorados. Esse mundo que foi iniciado por Steven Spielberg e Michael Chrichton, na década de 90, realmente revolucionou essa questão de como fazer com que humanos e dinossauros possam coexistir juntos, mas isso é claro com o toque e a leveza de não pensarem em uma nova trilogia no futuro, pois podem tentar fazer com que esse mundo vire, até mesmo um seriado. Uma vez que poderiam explorar muito mais se houvessem mais tempo de mostrar até onde o mundo dos dinossauros poderia chegar.

Nota para o filme 9

 

 

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