Festival do Rio recebe a Mostra A CINEMATECA É BRASILEIRA

Parte do Projeto Viva Cinemateca, sete filmes serão exibidos gratuitamente na programação do Festival do Rio, de 06 a 15 de outubro; a história da cinemateca brasileira é recontada na exposição que ficará em cartaz no Estação Net Rio

No sábado, 07, a Diretora Técnica da Cinemateca Brasileira, Gabriela Queiroz, participa de um debate sobre restauro, após a exibição de Macunaíma

Viva Cinemateca conta com o patrocínio estratégico do Instituto Cultural Vale, com o patrocínio master da Shell, e copatrocínio do Itaú Unibanco

 

Desde agosto, a Cinemateca Brasileira está percorrendo o país com a mostra itinerante A CINEMATECA É BRASILEIRA. Com o objetivo de estreitar os laços da cinemateca com instituições afins e apresentar parte da rica produção audiovisual brasileira, levando uma seleção de títulos importantes para a história do cinema brasileiro. No Rio de Janeiro, a Mostra integra a programação do Festival do Rio com sete títulos, a serem apresentados em sessões gratuitas nas salas Estação Net Rio e Caixa Cultural, de 05 a 15 de outubro.

A mostra A CINEMATECA É BRASILEIRA já passou por Curitiba, Belo Horizonte, Vila Velha e Vitória, e acontece simultaneamente em Recife e João Pessoa, simultaneamente ao Rio de Janeiro. Até dezembro, o evento vai visitar espaços culturais e salas de exibição de Belém (PA), Brasília (DF), Brumadinho (MG) Canaã dos Carajás (PA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e São Luís (MA).

 

“O Instituto Cultural Vale está ao lado da Cinemateca por entender a importância da casa da produção audiovisual brasileira, uma das maiores instituições do gênero no mundo, que preserva, também, um retrato da nossa própria identidade. Por isso, atuamos, juntos, em iniciativas pela sustentabilidade e modernização do espaço e pela salvaguarda de seu acervo, em especial, a coleção de filmes em nitrato de celulose, de valor inestimável”, diz Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale, que é patrocinador estratégico da Cinemateca Brasileira.

 

O evento faz parte do Projeto Viva Cinemateca, lançado em junho, que reúne os grandes projetos da Cinemateca voltados à recuperação de importantes acervos, além da modernização de sua sede e infraestrutura técnica.

 

“Com o compromisso constante de transformar vidas, entendemos ser fundamental o fomento à cultura como ponte para o desenvolvimento e a cidadania. O papel que a Cinemateca tem para a construção, fortalecimento e memória do audiovisual brasileiro é inestimável e poder contribuir para um projeto como esse é o nosso legado de parceria junto à sociedade brasileira”, comenta Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil, patrocinadora master do projeto Viva Cinemateca.

 

CURADORIA DE FILMES

Foto: Divulgação

Para o Rio de Janeiro, a curadoria da Cinemateca Brasileira preparou uma seleção de sete filmes que perpassam diferentes momentos históricos, propostas estéticas e abordagens temáticas, demonstrando a riqueza do cinema brasileiro ao longo dos mais de 120 anos de história.

Dos primeiros tempos do cinema brasileiro, estão São Paulo: a sinfonia da metrópole (Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny, 1929), que sintetiza sua vocação para o documentário. O desejo de estabelecer uma indústria cinematográfica forte no Brasil, que culmina na fundação dos estúdios Atlântida e Vera Cruz, pode ser visto na superprodução da Vera Cruz O cangaceiro (Lima Barreto, 1953). Cinco vezes favela (Marcos Farias; Carlos Diegues; Miguel Borges; Joaquim Pedro de Andrade; Leon Hirszmann, 1962) mostra a preocupação do Cinema Novo em representar a classe trabalhadora e as desigualdades sociais.

Foto: Divulgação

Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, cineasta associado ao Cinema Novo, se afasta das propostas do movimento para realizar um filme influenciado pelo tropicalismo, baseado na obra clássica de Mário de Andrade. Integra a seleção um filme de grande impacto nos anos 1980: o documentário Cabra marcado para morrer (Eduardo Coutinho, 1984).

Dois títulos integram a programação da Mostra no Festival do Rio: Os homens que eu tive, de Tereza Trautman e Super Fêmea, de Aníbal Massaini, realizados em 1973.

EXPOSIÇÃO A CINEMATECA É BRASILEIRA

Foto: Divulgação

Com curadoria da Cinemateca Brasileira e da Sociedade Amigos da Cinemateca, a exposição, que reconta os mais de 70 anos de história da instituição ficará no Estação Net Rio até o dia 15.

A exposição acompanha a mostra de filmes em 15 cidades do país, apresentando uma linha do tempo construída por meio de cerca de 200 imagens – documentos, fotografias, cartazes e frames de filmes, além de recursos de realidade aumentada. O projeto expográfico é assinado por Renato Theobaldo.

É um convite à imersão nas camadas da trajetória da Cinemateca Brasileira, que se misturam aos feitos e às agruras do cinema brasileiro e, ao mesmo tempo, evocam os avanços e retrocessos do país.

PROJETO VIVA CINEMATECA

Foto: Divulgação

O Viva Cinemateca foi lançado em junho como continuidade ao processo de retomada iniciado no ano passado. O projeto pretende ampliar e modernizar a Cinemateca Brasileira, fazendo com que ela ocupe definitivamente o seu relevante lugar na história do cinema brasileiro. Está prevista a ampliação dos espaços de laboratórios da instituição, garantindo que mais filmes e documentos possam ser preservados. Assegura-se, dessa maneira a sobrevivência de mais de 120 anos de história do cinema e do Brasil. Outra importante frente do projeto contempla o restauro das edificações históricas, melhorando as instalações disponíveis para o público. Desde 1997, a Cinemateca Brasileira está instalada em seu prédio atual: uma valiosa edificação em tijolos aparentes, remanescente da arquitetura industrial de São Paulo do século 19.

Além da mostra A CINEMATECA É BRASILEIRA, as ações de difusão também incluíram o FESTIVAL CULTURA E SUSTENTABILIDADE, nos dias 10 e 11 de julho, e a MOSTRA POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICA LATINA, de 11 a 16 de julho.

PATROCINADORES

O Projeto Viva Cinemateca conta com o patrocínio estratégico do Instituto Cultural Vale, com o patrocínio master da Shell, e Itaú Unibanco, como copatrocinador.

Aprovado na Lei Rouanet, o projeto permite a empresas e pessoas físicas destinarem parte do imposto de renda para a iniciativa (Art. 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultura).

SOBRE O INSTITUTO CULTURAL VALE

Foto: Divulgação

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Nos anos 2020-2022, o Instituto Cultural Vale patrocinou mais de 600 projetos em mais de 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale.

SOBRE A SHELL BRASIL

Há 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

CINEMATECA BRASILEIRA

A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que recentemente foi qualificada como Organização Social. O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público.

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Mostra A CINEMATECA É BRASILEIRA

FESTIVAL DO RIO | Estação NET Rio

06 a 10 de outubro, sexta a terça-feira

Estação Net Rio (Rua Voluntários da Pátria, 35 – Botafogo)

Entrada gratuita

Retirada de ingresso para a sessões de cinema: uma hora antes do início de cada sessão

 

Foto: Divulgação

06 de outubro, sexta-feira

19h – CINCO VEZES FAVELA

Brasil (RJ), 1962, 99 min, p&b, 12 anos

Direção: Marcos Farias, Carlos Diegues, Miguel Borges, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman

Elenco: Flávio Migliaccio, Waldir Onofre, Oduvaldo Viana Filho, Sadi Cabral

Sinopse: Cinco histórias sobre as possibilidades do desenvolvimento da consciência política na favela do Brasil dos anos 60.

07 de outubro, sábado

17h – MACUNAÍMA

Brasil (RJ), 1969, 108 min, cor, 12 anos

Direção: Joaquim Pedro de Andrade

Elenco: Grande Otelo, Paulo José, Jardel Filho, Milton Gonçalves, Dina Sfat, Rodolfo Arena, Joana Fomm, Maria do Rosário

Sinopse: Macunaíma, o “herói sem nenhum caráter”, vive diversas aventuras acompanhado de seus irmãos, se apaixonando e enfrentando vilões em seu caminho zombeteiro.

DEBATE após a sessão com a Diretora Técnica da Cinemateca Brasileira, Gabriela Queiroz, sobre restauro

08 de outubro, domingo

17h – CABRA MARCADO PARA MORRER

Brasil (RJ), 1984, 119 min, cor/p&b, 12 anos

Direção: Eduardo Coutinho

Elenco: Eduardo Coutinho, Elizabete Altino Teixeira, João Virgílio Silva, José Daniel do Nascimento, João José do Nascimento, Cícero Anastácio da Silva, Braz Francisco da Silva, Severino Coutinho

Sinopse: As filmagens sobre a vida do líder da Liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, assassinado em 1962, são interrompidas pelo golpe militar em 1964. Dezessete anos depois, o diretor Eduardo Coutinho retoma o projeto, e as personagens do filme interrompido se tornam protagonistas.

09 de outubro, segunda-feira

17h – O CANGACEIRO

Brasil (RJ), 1953, p&b, 94 min, 10 anos

Direção: Lima Barreto

Elenco: Alberto Ruschel, Marisa Prado, Milton Ribeiro, Vanja Orico, Ricardo Campos, Adoniran Barbosa, Neusa Veras, Zé do Norte, Nicolau Sala

Sinopse: O bando de cangaceiros do capitão Gaudino semeia o terror pela caatinga nordestina. Num de seus ataques ele rapta a professora Olívia, mas ele e seu braço direito, o valente Teodoro, ficam atraídos pela bonita cativa e a discórdia se instaura no bando.

10 de outubro, terça-feira

17h – SÃO PAULO: A SINFONIA DA METRÓPOLE

Brasil (SP), 1929, 90 min, p&b, livre

Direção: Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny

Sinopse: A cidade de São Paulo no final da década de 20. Urbanismo, moda, esportes, monumentos públicos, industrialização, fatos históricos, expansão do café, educação, o burburinho do cotidiano.

 

Mostra A CINEMATECA É BRASILEIRA

FESTIVAL DO RIO | Caixa Cultural

10 a 15 de outubro, terça-feira a domingo

Caixa Cultural (Rua do Passeio, 38 – Centro)

Entrada gratuita

Retirada de ingresso para a sessões de cinema: uma hora antes do início de cada sessão

10 de outubro, terça-feira

16h – CINCO VEZES FAVELA

Brasil (RJ), 1962, 99 min, p&b, 12 anos

Direção: Marcos Farias, Carlos Diegues, Miguel Borges, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman

Elenco: Flávio Migliaccio, Waldir Onofre, Oduvaldo Viana Filho, Sadi Cabral

Sinopse: Cinco histórias sobre as possibilidades do desenvolvimento da consciência política na favela do Brasil dos anos 60.

11 de outubro, quarta-feira

16h – O CANGACEIRO

Brasil (RJ), 1953, p&b, 94 min, 10 anos

Direção: Lima Barreto

Elenco: Alberto Ruschel, Marisa Prado, Milton Ribeiro, Vanja Orico, Ricardo Campos, Adoniran Barbosa, Neusa Veras, Zé do Norte, Nicolau Sala

Sinopse: O bando de cangaceiros do capitão Gaudino semeia o terror pela caatinga nordestina. Num de seus ataques ele rapta a professora Olívia, mas ele e seu braço direito, o valente Teodoro, ficam atraídos pela bonita cativa e a discórdia se instaura no bando.

18h – CABRA MARCADO PARA MORRER

Brasil (RJ), 1984, 119 min, cor/p&b, 12 anos

Direção: Eduardo Coutinho

Elenco: Eduardo Coutinho, Elizabete Altino Teixeira, João Virgílio Silva, José Daniel do Nascimento, João José do Nascimento, Cícero Anastácio da Silva, Braz Francisco da Silva, Severino Coutinho

Sinopse: As filmagens sobre a vida do líder da Liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, assassinado em 1962, são interrompidas pelo golpe militar em 1964. Dezessete anos depois, o diretor Eduardo Coutinho retoma o projeto, e as personagens do filme interrompido se tornam protagonistas.

12 de outubro, quinta-feira

14h – MACUNAÍMA

Brasil (RJ), 1969, 108 min, cor, 12 anos

Direção: Joaquim Pedro de Andrade

Elenco: Grande Otelo, Paulo José, Jardel Filho, Milton Gonçalves, Dina Sfat, Rodolfo Arena, Joana Fomm, Maria do Rosário

Sinopse: Macunaíma, o “herói sem nenhum caráter”, vive diversas aventuras acompanhado de seus irmãos, se apaixonando e enfrentando vilões em seu caminho zombeteiro.

13 de outubro, sexta-feira

16h – OS HOMENS QUE EU TIVE

Brasil, 85min, cor, 18 anos

Direção e roteiro: Tereza Trautman

Elenco: Darlene Glória, Arduíno Colassanti, Gracindo Júnior, Gabriel Archanjo, Ittala Nandi, Milton Moraes

Sinopse: Pitty e Dode estão juntos há quatro anos e mantêm um relacionamento aberto em que relações extraconjugais são plenamente aceitas com consentimento mútuo. Ainda assim insatisfeita, Pitty afasta-se de Dode para trilhar seu próprio caminho.

* O filme será apresentado em inédito restauro 4K realizado especialmente para esta mostra pela Cinemateca Brasileira em parceria com a CineColor Digital, a partir dos negativos originais preservados pelo Arquivo Nacional/RJ.

14 de outubro, sábado

16h – CINCO VEZES FAVELA

Brasil (RJ), 1962, 99 min, p&b, 12 anos

Direção: Marcos Farias, Carlos Diegues, Miguel Borges, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman

Elenco: Flávio Migliaccio, Waldir Onofre, Oduvaldo Viana Filho, Sadi Cabral

Sinopse: Cinco histórias sobre as possibilidades do desenvolvimento da consciência política na favela do Brasil dos anos 60.

18h – A SUPER FÊMEA 

Brasil, 100min, cor, 18 anos

Direção e produção executiva: Aníbal Massaini Neto

Elenco: Vera Fischer, Perry Salles, Walter Stuart, Adoniran Barbosa, John Herbert, Geórgia Gomide, Sérgio Hingst

Sinopse: Eva é contratada para fazer a campanha de uma pílula contraceptiva para homens. Seu desafio é convencer os consumidores que, ao contrário do que pensam, o produto não causa impotência, mas aumenta a virilidade de quem o toma.

15 de outubro, domingo

14h – SÃO PAULO: A SINFONIA DA METRÓPOLE

Brasil (SP), 1929, 90 min, p&b, livre

Direção: Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny

Sinopse: A cidade de São Paulo no final da década de 20. Urbanismo, moda, esportes, monumentos públicos, industrialização, fatos históricos, expansão do café, educação, o burburinho do cotidiano.

16h – CABRA MARCADO PARA MORRER

Brasil (RJ), 1984, 119 min, cor/p&b, 12 anos

Direção: Eduardo Coutinho

Elenco: Eduardo Coutinho, Elizabete Altino Teixeira, João Virgílio Silva, José Daniel do Nascimento, João José do Nascimento, Cícero Anastácio da Silva, Braz Francisco da Silva, Severino Coutinho

Sinopse: As filmagens sobre a vida do líder da Liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, assassinado em 1962, são interrompidas pelo golpe militar em 1964. Dezessete anos depois, o diretor Eduardo Coutinho retoma o projeto, e as personagens do filme interrompido se tornam protagonistas.

 

 

Por Trombone Comunica

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