“Dorina canta Sambas de Aldir e Ouvir”

Este é o show que a cantora estreia no Teatro Ziembinski nos dias 16 e 17 de junho

 

Foto: Divulgaçõa
Foto: Divulgaçõa

São 100 anos de samba, 70 anos de Aldir Blanc e 20 anos de carreira fonográfica de Dorina. A cantora Dorina vai apresentar o show “Sambas de ALDIR e Ouvir com Dorina”, no Teatro Ziembinski, na Tijuca, nos dias 16 e 17 de junho, quinta-feira e sexta, às 20h.

Para homenagear Aldir Blanc, um dos maiores letristas da nossa música, subirá ao palco para surpreender. Com um repertório diferente do que costuma cantar nas rodas de samba que frequenta, vai mostrar todo o seu talento de intérprete apresentando um outro lado do samba.

A sambista ousou e a mudança foi aprovada por Aldir. “É uma grande intérprete de samba, original, sem imitar ninguém, personalíssima. Também prima pelo amor ao repertório selecionado com o respeito e a competência de quem realmente conhece seu campo de trabalho. Não é bico querendo fingir pertencer à Velha Guarda. Dorina é do Bem, talentosa, e, tão importante quanto isso, é verdadeira, uma raridade em nossos dias”, explicou Aldir.

Dorina escolheu algumas obras menos conhecidas do amigo de longa data, como “Imperial”, “Navalha” e “Altos e baixos”. Mas é claro que também vai cantar sambas famosos como “Saudades da Guanabara, parceria de Aldir com Moacyr Luz e Paulo César Pinheiro; e alguns da dupla João Bosco e Aldir Blanc: “O mestre-sala dos mares”, “Coisa feita”, “Plataforma” e “O bêbado e a equilibrista”, o maior sucesso deles, considerado o “Hino das Diretas”, cantado durante as manifestações de 1984 pela volta das eleições diretas. E ainda tem uma obra inédita de Aldir, Moacyr Luz e Luiz Carlos da Vila: “Saindo à francesa”.

No repertório do show há também sambas que mexem com um outro lado da vida de Aldir Blanc como: “A louca” dele e Maurício Tapajós, “Flores em vida para Nelson Sargento”, parceria com Moacyr Luz, e a música de abertura do espetáculo “Cravo e ferradura” (Clarice Grova, Cristóvão Bastos e Aldir Blanc).

Com oito CDs e um DVD no currículo que inclui, ainda, Prêmio Sharp como Melhor Cantora de Samba, Dorina vai se apresentar no Ziembinski com Paulão Sete Cordas assinando a direção musical, Ramon Araújo (violão) e Rodrigo Reis (percussão). Também terá convidados especiais como Gabriel Cavalcanti, o Gabriel da Muda. A direção artística é de Edio Nunes.

 

Serviço:

 

“Sambas de Aldir e ouvir com Dorina”

Local: Teatro Ziembinski

Endereço: Av. Heitor Beltrão s/nº

Dias: 16 e 17 de junho (quinta e sexta-feiras)

Horário: 20h

Faixa etária: acima de 16 anos

Duração: 1h20min

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

 

Ficha técnica:

Direção artística: Edio Nunes

Direção musical e arranjos: Paulão Sete Cordas

Iluminação: Binho Schaefer

Direção de produção:  Dorina e Rosane Cartier

Produção Executiva: Rosane Cartier

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