FLI – Festival Literário completa 10 anos repleto de atrações: S.O.S Literatura, Francisco, el Hombre, Marina Lima, Jup do Bairro e mais

Festival é voltado à produção literária, às tradições culturais e às artes praticadas no Vale do Ribeira; Iniciativa ainda possibilita intersecção deste território com escritores e demais artistas do Brasil e exterior

 

10ª edição do FLI. Foto: Sérgio Cubas

Desenvolvido a partir da diversidade cultural da região do Vale do Ribeira e ao abrir espaço para movimentos artísticos dessas e das demais regiões do Brasil, o FLI – Festival Literário chega a 10ª edição, segue até o dia 18 de junho em Iporanga, e 18 e 19 de junho na cidade de Registro. Por Iguape, o festival ocorreu entre 14 e 17 de junho. Toda a programação é gratuita e para participar de algumas atividades é preciso passar pelas respectivas inscrições.

FLI é uma realização das Oficinas Culturais, Programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis. Em 2022 conta com a correalização do programa Fábricas de Cultura, das Prefeituras de Iporanga e de Registro, com a parceria do museu Casa das Rosas, SP Leituras e SisEB, além do apoio do Sesc. Neste ano, a gestão do Ponto do Livro do Festival será feita por Mulheres Negras na Biblioteca (MNB), projeto idealizado por profissionais de Biblioteconomia e Letras que incentivam a leitura de autoras negras em diversas bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais.

“O abraço” é o tema desta edição e marca a celebração do retorno presencial. A programação é aberta para espectadores que poderão interagir de diferentes formas, desde indicar os livros que os abraçaram durante o período de isolamento devido à pandemia de Covid-19, até trocar palavras com diversos nomes da literatura e da música no chamado palco-roda.

Além da realização do Programa Oficinas Culturais, neste ano o FLI conta com a curadoria convidada de Bel Santos Mayer e Marcelino Freire, profissionais com ampla atuação na literatura e a difundindo na área educativa. A dupla de curadores tem a função disparadora da programação, com um olhar técnico da Literatura e focada em eixos como a Biblioteca dos abraços, as rodas de conversas e a Itinerância Escolar, esta que é um conjunto de oficinas para professores de educação infantil da rede pública junto às intervenções literárias para alunos de escolas municipais e estaduais da região.

Outra proposta do FLI é conectar músicos de alcance nacional e internacional com músicos influentes do Vale do Ribeira, em apresentações que prometem movimentar o público. Diferentes estilos serão apresentados em shows como o da banda Francisco, el Hombre com uma participação de Bruna Rosa, cantora, produtora e atriz de Registro (SP), e da compositora Marina Lima com Pedrinho Costa, trompetista de Apiaí (SP).

Fábrica de Cultura 4.0 Iguape — nova unidade de Fábricas de Cultura, Programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis — tem como parte da agenda algumas atividades correalizadas com o FLI de Oficinas Culturais, Festival que ocupará o prédio entre os dias 14 e 17 de junho. Veja a programação completa do Festival – clique aqui.

 

 

A Fábrica de Cultura recomenda o uso de máscara cobrindo nariz e boca nos espaços fechados do equipamento.

 

Além de apresentarem espetáculos, atores do Vale do Ribeira serão os “olhos” do Festival por Iguape, direcionando o público pelos andares da nova Fábrica de Cultura por meio de diferentes intervenções artísticas. Já a seção FLI entrevista convida seis alunos de escolas estaduais da cidade para o papel de entrevistadores, junto com Salloma Salomão, Reynaldo Damazio, entre outros grandes nomes, com perguntas direcionadas aos escritores da região, entre eles, Giovana Neves. Os espectadores encontrarão, ainda, o Ponto do Livro, as rodas de conversas e o FLISARAU.

Na cidade de Iporanga, no dia 18 de junho, as pessoas poderão aproveitar diversas atrações, como a sessão de autógrafos de obras de escritoras do Vale do Ribeira, entre elas, Nathália Gonçalves e Isabel Campos; um show do músico Caio Simonian e a Roda de Jongo apresentada pela Comunidade Jongo Tiduca.

Em Registro, 18 e 19/06, o FLI promove diferentes atividades, dentre elas, um grafitti que será feito ao vivo por Pérola Santos, grafiteira e artista visual de Eldorado (SP); a estreia de Cypher do Vale: Abraços, encontro entre MCs mulheres e B-gilrs do Vale do Ribeira com a participação da DJ Damanobeat; um bate-papo com Jup do Bairro, cantora e compositora que, em 2020, lançou o EP “Corpo sem juízo”; e o encerramento com o show da banda Francisco, el Hombre.
 

Alternativas para a participação das pessoas com mobilidade reduzida: a Fábrica de Cultura 4.0 Iguape oferece rampa de acesso, elevadores e banheiros adaptados para pessoas com deficiências. Nas cidades de Iporanga e Registro, respectivamente na Praça da Matriz e Praça Beira Rio, o evento contará com espaços para cadeirantes e banheiros químicos para PcDs.

A programação completa da 10ª edição do FLI está no site de Oficinas Culturais, com detalhes dos (as) convidados (as), informações sobre a retirada de ingressos e links para as inscrições– aqui.

A agenda completa também está disponível por download (clique aqui).
 

Confira:

 

10 anos do FLI – Festival Literário

De 2013 a 2021, as edições anteriores do FLI – Festival Literário alcançaram mais de 50 mil espectadores, além de realizar mais de 200 ações de formação e difusão, com passagens pelas cidades de Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itaoca, Itariri, Juquiá, Miracatu, Registro, Ribeira e Sete Barras.

Ao longo dos 10 anos movimentando o cenário cultural do Vale do Ribeira, atrações como a conversa entre Ferréz e Paulo Lins na temática “Da margem à poesia”; shows de grandes nomes da música, entre eles, Luiz Melodia, As Baías, Gilberto Gil e Tulipa Ruiz; apresentação do Grupo 3 de Teatro; diálogos com escritoras e pensadoras como Conceição Evaristo e Djamila Ribeiro; Timóteo Verá Tupã Popyguá, Jerá Guarani, Ailton Krenak e demais lideranças e pensadores indígenas, quilombolas, caboclos e caiçaras; nascimento do FLISARAU em 2018; e Geovani Martins, Russo Passapusso e Zezé Motta na conversa “O futuro não demora” integram um breve panorama das ações do FLI. O Festival vem alcançando, cada vez mais, públicos em busca da literatura, música, teatro, dança e troca de saberes.

 

SERVIÇO:

IGUAPE

14 a 17 de junho: terça, quarta e sexta-feira, das 9h às 22h; quinta-feira, das 9h às 23h

Local:
Fábrica de Cultura 4.0 Iguape (Praça Engenheiro Greenhalgh, 01, Centro Histórico)

14/06 — agenda neste link

15/06 — agenda neste link

16/06 — agenda neste link

17/06 — agenda neste link

 

IPORANGA

18 de junho: sábado, das 10h às 22h

Agenda neste link

Local:

Praça da Matriz (Praça Luiz Nestlehner, s/n, Centro)

REGISTRO

18 e 19 de junho: sábado e domingo, das 10h às 21h

18/06 — agenda neste link

19/06 — agenda neste link

Local:
Praça Beira Rio, s/n

 

Programação online

As atividades virtuais do FLI possibilitam que espectadores de diferentes regiões do Brasil possam conhecer e interagir com o Festival e suas atrações, além de conhecer a literatura, as artes e as tradições do Vale do Ribeira. Essa agenda online segue até 19/06, quando é encerrada a 10ª edição do Festival Literário.

 

Serviço:

Para acessar a agenda online na íntegra, acesse o site aqui.

10 anos do FLI: Bate-papo com curadores Instagram de Oficinas Culturais — onde estão disponíveis conversas dos dias 8, 9, 10 e 13 de junho.

Café em Casa

Acessibilidade em Libras

17 a 19 de junho: sexta a domingo, das 10h às 11h30

As conversas serão veiculadas no canal de YouTube de Oficinas Culturais e nas demais redes dos parceiros do Festival:

17/6: também é possível assistir no canal de YouTube de Fábricas de Cultura

19/6: a página de Facebok da Prefeitura de Registro será mais um canal de transmissão da conversa.

Para mais informações sobre a 10ª edição do FLI, acesse o site do programa Oficinas Culturais.
 

 

SOBRE O PROGRAMA OFICINAS CULTURAIS

Como uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciado pela POIESIS — Organização Social de Cultura, o Programa Oficinas Culturais promove formação e vivência à população no campo da cultura desde 1986.

Oficinas Culturais dialoga com o interior por meio de dois festivais (FLI — Festival Literário e MIA — Festival de Música Instrumental), Jornadas de Gestão Cultural, Ciclos de Estudos sobre Cultura Tradicional e Contemporaneidade, Programa de Qualificação em Artes que dá orientação artística a grupos, companhias ou coletivos de dança e teatro no interior, litoral e região metropolitana de São Paulo, e o Programa de Formação no Interior que oferece atividades formativas.

Além disso, na cidade de São Paulo, o programa realiza atividades de formação e difusão em três espaços: Oficina Cultural Oswald de Andrade (Bom Retiro), Oficina Cultural Alfredo Volpi (Itaquera) e Oficina Cultural Maestro Juan Serrano (Taipas). 
 

 

SOBRE A POIESIS

A Poiesis — Organização Social de Cultura é uma organização social que desenvolve e gere programas e projetos, além de pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais, voltados para a formação complementar de estudantes e do público em geral. A instituição trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura. 

 

 

Por Poiesis — Coordenação de Comunicação

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