Igreja Presbiteriana no Brasil comemora aniversário de 161 anos com live neste sábado (15)

Foto Divulgação Vídeo

Na quarta, 12 de agosto de 2020, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), primeira denominação protestante reformada a chegar ao país, completou 161 anos de sua fundação. Em celebração, no dia 15 de agosto, sábado, às 19h, a IPB realizará um culto de gratidão que será transmitido pelos canais oficiais com pregação do Reverendo Rosther Guimarães.

A IPB é a principal mantenedora do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) e tem um projeto educacional e de cuidado com as pessoas há 161 anos, numa jornada próspera e frutífera. Como destaca o chanceler do Mackenzie, reverendo Robinson Grangeiro Monteiro, o motivo primordial para explicar esta trajetória da IPB e do IPM repousa na vontade soberana e graciosa de Deus como Senhor do tempo e da história.

 

“Ao longo desses 161 anos da IPB e 150 anos do IPM, o poder e a bondade do Senhor são as únicas explicações possíveis para justificar os livramentos e as superações dos desafios, como este que atualmente o mundo todo enfrenta com a pandemia da Covid-19”, destaca o reverendo Robinson Grangeiro Monteiro.

 

A igreja foi fundada em 1859 pelo missionário norte-americano Ashbel Green Simonton, que chegou ao Rio de Janeiro. A Catedral no Rio de Janeiro, inclusive, é o templo presbiteriano mais antigo do Brasil. Atualmente, a instituição conta com igrejas, congregações e pontos de pregação que compartilham o evangelho da graça com a população.

A instituição exalta o diferencial de sua denominação que crê na soberania e na salvação pela graça de Deus, que pensa no ser humano integral e que precisa ser alcançado em todas as áreas de sua vida. Ao longo de todos esses anos, sempre foi envolvida com obras sociais por todo o país e tendo a educação como sua vocação.

Certamente, agradecer juntos é bem melhor e, tradicionalmente, nessa data de aniversário da IPB, a Chancelaria oferece a Deus uma celebração em ações de graças para toda a comunidade mackenzista se juntar e cultuar a Deus. No entanto, nesse momento de pandemia, em que precisamos estar distanciados uns dos outros, a celebração será um pouco diferente.

 

“Em 2020, a nossa celebração continuará sendo expressão genuína, mas, diante de mais de 100 mil mortes e tantas famílias enlutadas e em sofrimento, seja pela pandemia, seja pelos efeitos econômicos e sociais, seremos discretos e modestos em respeito ao momento difícil que enfrentamos”, pontua o reverendo Monteiro.

 

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Fonte/ Créditos  Divulgação Instituto Presbiteriano Mackenzie

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