Vicente Gomes aproveitou a quarentena e fez o longa “Doutor Hipóteses – Uma alma perdida na pandemia”

 O que fazer? O que inventar? Ficar em casa com tudo parado? Não tem mesmo como dar uma voltinha?

 

Foto Divulgação

Com todos os projetos suspensos por conta da pandemia, as leis de incentivo paradas e um turbilhão de acontecimentos em todo o mundo, um vírus que dizem habitar os morcegos recicla todo o processo do comportamento humano. A perda de um amigo da família, um parente. A inércia é uma tortura muito grande. A reclusão humana por algum motivo já é complicado e sendo obrigatório ainda, mexe com todos os hormônios e com a alma.

 

“Então, aqui condenado à reclusão, começamos a pensar em coisas para fazer. A mente inquieta, a criatividade estocada e reclusa começou a pedir socorro. Lancei então um grito de ousadia. Vou fazer um filme longa metragem”, Vicente Gomes.

 

Vicente Gomes, que é ator, diretor, roteirista à e produtor de cinema, teatro e TV, um dia precisou de um livro que estava em uma caixa na garagem, quando foi buscar, percebeu a luz do sol, magnífica, refletindo nos objetos. Procurou um texto, que faz dele instrumento em suas oficinas de interpretação: “Os malefícios do tabaco” de Anton Chekhov,  e o transformou em fio inspirador do roteiro.  Buscou referências de outras pandemias, em especial a gripe espanhola, na primeira guerra mundial e começou a escrever. Ficou empolgado ao começar a escrever, passou noites em branco e finalmente o roteiro de “Doutor Hipóteses – Uma alma perdida na pandemia”.

Foto Divulgação

O roteirista, que já teve seus filmes classificados em mais de 50 festivais de cinema e vídeo, no Brasil e Exterior, contou que nesse longa, o único interprete humano será ele, Vicentini Gomez. Seu personagem viajará nas divagações  do “Doutor Hipóteses”, que sufocado e enclausurado, inventará uma clínica com bonecos, e com estes vai começar a se relacionar, num clima passional e emocional, que transcende a normalidade e avança patologias outras.

Com seus espetáculos fez tournées pela Europa e América do Sul. Vicentini Gomez ganhou diversos prêmios, como o Mambembe do Ministério da Cultura – MinC, o de melhor ator do festival de verão de Madri-Espanha de 1981 e o de melhor filme da XXVII Jornada Internacional de Cinema da Bahia. É membro da UBE – União Brasileira de Escritores. Esta no ar com a reprise de: Avenida Brasil da TV Globo, como o Serjão, o sequestrador da Carminha, e em Cúmplices de um Resgate –SBT – como o Italiano Giuseppe. Está em fase de captação de recursos e produção para os filmes: Duzinda, livre adaptação do romance de Clotilde Chaparro. Ayrton Meninices no Coração do Brasil, que retrata a infância e adolescência de Ayrton SennaDeverá lançar em breve o filme longa metragem Justiça! Uma história.

 

COMO APOIAR O PROJETO

O grito de socorro, ousadia e petulância avançou garganta afora. Mas e os recursos para realizar um filme longa metragem sobre esta peste e este tempo que nos faz reciclar vidas e repensar nossos atos.

Estamos pedindo aos amigos doações do quanto for possível nos ajudar para conseguir o mínimo necessário para o processo de filmagem e inscrição em festivais. Para cada cota haverá uma contrapartida e benefícios. Confira no Catarse.

 

Poderá ser parcelado pelo cartão de crédito na Catarse:

www.catarse.me/pt/doutorhipoteses

               

Com todos os cuidados e recomendações da OMS, a primeira reunião foi realizada com uma equipe mínima: Vicentini Gomez, Diaulas Ullysses, Claudemir Santana e Pedro Paulo Vicentini. Definiu-se um cronograma de atividades. Até o final de junho teremos o filme pronto para exibição. A equipe ainda será composta por Hugo Caserta, Michel Vicentine Martins e Newton Ribas.

Para dar voz aos bonecos foi convidado um elenco de grande experiência como: Gésio Amadeu, Vanessa Goulart, Kiko Pissolato, Miriam Palma, Rodrigo Dorado, Calixto de Inhamuns, Ednaldo Freire, Maximiliana Reis, Marcelo Galdino, Carla Masumoto, João D´Olyveira, Claudemir Santana, Cid Pimentel , Veridiana Carvalho, Dan Rosseto, Pedro Paulo Vicentini, Matheus Cirilo e Giulia Maia.

 

 

 

 

 

Créditos – Eulália Figueiredo – Assessoria de Imprensa

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