AfroRio volta a agitar a noite carioca em comemoração aos seus 22 anos

Pioneira na mistura de DJs e percussão, a festa icônica que revolucionou as pistas no início dos anos 2000 terá edição especial e única no Clube Manouche, dia 17 de junho

 

Foto: Divulgação

Pioneira na mistura de DJs e percussão, a festa AfroRio revolucionou a noite carioca no início dos anos 2000 com remixes ao vivo de hits do hip hop, rap e samba-rock ritmados pelo som de pandeiros, atabaques e congas. A festa teve sua primeira edição em 2001 no saudoso Hipódromo Up, na Gávea, e logo as longas filas e ingressos esgotados obrigaram o evento a se mudar para o enorme Teatro da Lagoa, reunindo anônimos e famosos em edições semanais, sempre às terças-feiras. Para comemorar os 22 anos da criação do evento – que aconteceu pela última vez no Rio em 2017 -, dois de seus idealizadores, o percussionista baiano Wellington Soares e o DJ carioca Nado Leal, além do DJ Negralha (ex-O Rappa), fazem uma edição especial no dia 17 de junho, às 22h, no Clube Manouche, no subsolo da Casa Camolese, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.

Agora radicado na Suíça, Wellington Soares (foto abaixo) – fundador da banda Eletrosamba e com passagem pelo Rappa – decidiu realizar essa edição única a pedido de amigos. Apesar de não ter conseguido reunir todos os músicos e equipe da formação original da festa, promete levar para a pista do Camolese o mesmo espírito do início dos anos 2000, com diferentes DJs e músicos convidados.

 

“O lema do AfroRio sempre foi: “Isso aqui não é um show. Isso é uma festa”. “O que a gente fazia era muito inovador, não existiam as festas-evento, e a gente subverteu esse conceito com música ao vivo com DJs para dançar a noite toda”, lembra Wellington.

 

Entre os convidados especiais, que intercalam suas apresentações, estão confirmados João Gil (Gilsons), Fábio Santana, o grupo Batucavidi, que empodera jovens do Vidigal através da percussão, entre outras surpresas. O line up conta com o melhor da música brasileira contemporânea, além de samba rock, sambalanço, rap e eletrônico brasileiro, que se mistura com o som da percussão.

A primeira edição do AfroRio aconteceu em 2001, no Hipódromo Up, na Gávea. Fundada e formada originalmente por Wellington Soares e pela dinamarquesa Leg na percussão e pelos DJs cariocas DudaM e Nado Leal, e com produção de Fernanda Kalume, a festa consolidou-se como um símbolo de manifestação da black music com percussão brasileira, empolgando diferentes tribos que buscam diversão, arte e cultura.

Wellington Soares – Com mais de 40 anos de carreira, o percussionista baiano já trabalhou com nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, O Rappa, Tânia Alves, Sidney Magal e Elba Ramalho. Em 2002, fundou o Afro Rio no Hipódromo UP na Gavéa, ao lado da dinamarquesa Laerherke e dos DJs Nado Leal e Dudam. Um pouco mais tarde, fundou o grupo Eletrosamba, junto com o DJ Negralha. Hoje vive em Zürich, na Suíça, onde tem um grupo de chorinho (Choronautas), um grupo de Samba (Samba de Roda) e, junto com sua mulher, Cláudia Köning, o grupo de samba regue Ylu Aya.


DJ Nado Leal
– Nos últimos vinte anos, o DJ e produtor musical Nado Leal participou de diversas festas, eventos, festivais e exposições de arte. Versátil em todos os estilos, tornou-se conhecido inicialmente no cenário da black music, mas hoje com seus sets “grooveados”, passeia por diversas vertentes, indo do funk e soul dos anos 70 à música eletrônica, passando pela bossa nova e jazz.

DJ Negralha – O DJ e produtor musical Negralha construiu uma carreira sólida no cenário da black music nacional e internacional, desde 1989. Seu currículo conta com a abertura de três shows da Beyoncé, o festival Back to Black, Noites Cariocas, camarotes como o Expresso 222 e Camarote Brahma. DJ Negralha também gravou discos com a banda Afrojazz, foi membro fundador do grupo Eletrosamba e passou mais de vinte anos pilotando as toca-discos do O Rappa, uma das maiores bandas do país.

 

SERVIÇO AFRORIO:
Manouche (Subsolo da Casa Camolese, Rua Jardim Botânico, 983, Rio de Janeiro)

Data: 17 de junho
Horário: 22h

Ingressos: Site Manouche, R$50 (preço único).

 

 

Por Palavra Assessoria em Comunicação

 

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