Transformers: O Despertar das Feras vai te emocionar e fazer você viajar pela Amazônia peruana

Por Edna Rocha

Quem não gosta de ter contato com a natureza? Eu amooo!!! O sétimo filme da saga Transformers, que já está sendo considerado um dos melhores, vai te deixar encantado, pois a mistura dos robôs, que os fãs amam, e toda a beleza das regiões do Peru, como Machu Picchu, estão de tirar o fôlego e já coloquei o Peru na minha lista de lugares para conhecer.

 

Foto: Divulgação Paramount Brasil

Seguraaa, o coração! “Transformers: O Despertar das Feras”, que chegou aos cinemas nesta quinta, dia 8 de junho, tem direção de Steven Caple Jr., produção de Lorenzo Di Bonaventura, Tom De Santo e Don Murphy, Michael Bay, Mark Vahradian e Duncan Henderson, com distribuição da Paramount Pictures, e tem no elenco nomes como a vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Pete Davidson, Anthony Ramos, Dominique Fishback e Michaela Jae Rodriguez, traz de volta toda a ação e espetáculo, que faz o público querer assistir o próximo que virá. O sétimo longa da franquia, baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, nos teletransporta ao ano de 1994, onde temos que segurar a nostalgia que bate, com memórias esquecidas e a imediata associação a uma época maravilhosa e desconectada, vem com os Autobots e apresenta uma nova geração de Transformers, os Maximals – metade robô, metade animal, que se aliam na batalha para proteger a Terra. Ao mesmo tempo que, sentimos uma mistura de emoções como revolta, tristeza, esperança e alegria, viajamos pelo cenário “maravilhoso” de diferentes regiões do Peru como Machu Picchu, Cusco e na Amazônia peruana.

Foto: Divulgação Paramount Brasil

“O Despertar das Feras” veio com pausas, podemos respirar e aproveitarmos toda essa beleza e aventura, que o longa nos proporciona, pois misturou resenha e bastante ação. Não podemos deixar de notar os famosos easter eggs, com cenas que te fazem lembrar filmes como Indiana Jones. Quando Anthony Ramos e Dominique Fishback exploram uma caverna, na Amazônia peruana, nos remete a esse grande clássico do cinema, onde, os próprios personagens citam o filme.

Foto: Divulgação Paramount Brasil

Logo no início da saga, algo inesperado acontece, que mexe com a emoção dos fãs, eu por exemplo, passei o filme quase todo revoltada, triste e esperançosa, mas eu já sabia que ia dar tudo certo no final. E quando a cena que eu mais esperava aconteceu, me emocionei, e tive que aplaudir, pois o coração segurou, e, aguentou até ali. Super recomendo você ir ao cinema assistir e entender o que me deixou assim.

O Despertar das Feras esbanja muita ação, efeitos especiais, uma trilha sonora repleta de referências aos anos 90, com muito rap e hip hop, veio com uma história precisa, além chegada de um novo integrante, Miragem (que já caiu no gosto de quem estava assistindo, pois Douglas Silva deu aquela vida ao personagem com sua dublagem perfeita), um Autobot com poderes de gerar ilusões, e ele lutou com toda sua força contra os inimigos dos planetas.

Foto: Divulgação Paramount Brasil

Não é apenas um filme inclusivo, é um exemplo de ascensão. Ao imergir na história, vimos um rapaz, latino, na busca por um emprego, onde portas estão fechadas, uma estagiária, negra, que não é valorizada, e após a batalha, ambos alcançam voos mais altos. Vimos também, toda a força e superação do líder Optimus Prime. Seus esforços para enfrentar um oponente mais forte, o vilão Unicron, um Decepticon capaz de destruir planetas inteiros, faz dele um exemplo para nós, “humanos”, pois mesmo sua cruz sendo pesada, ele não desistiu em momento algum e ainda foi capaz de se dar em sacrifício pela vitória. Mas no momento exato, seu amigo e parceiro, o mais querido de todos, Bumblebee, não o deixou na mão. Quando tudo parecia estar perdido, Bee chegou e, com ele, toda esperança que nossos gigantes precisavam. Apoteótico!

Confira o trailer:

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