Larissa Luz encontra Viola Davis para entrevista exclusiva ao “Saia Justa” desta quarta, no GNT

No sofá, as Saias recebem Rejane Faria para um bate papo sobre o estigma da “mulher guerreira”

 

Viola Davis no RJ
Foto: Graça Paes / Zapp News

Nesta quarta, dia 21, o “Saia Justa” está repleto de mulheres incríveis no sofá e fora dele também. Na semana da estreia do filme “A Mulher Rei”, Larissa Luz encontra a protagonista e vencedora do Oscar Viola Davis. A atriz norte-americana está em passagem pelo Brasil, pela primeira vez, para a divulgação do longa e do livro autobiográficoEm Busca de Mim“, no qual narra sua trajetória desde a infância até o reconhecimento do público. Já em “A Mulher Rei”, ela interpreta a general Nanisca – líder de um exército feminino no Reino de Daomé, na África Ocidental do século 19, onde hoje é o Benim. O filme inspira o debate sobre os diversos lados da expressão “mulher guerreira” e o Saia aproveita para mergulhar nesse universo e discute o tema. 

Com uma carreira de sucesso, premiada no Emmy, Tony e Oscar, Viola compartilha com Larissa sua visão sobre a personagem, como ela foi construída e a importância de realizar um filme como esse.

 

Eu chorei no filme por todos os símbolos que estão presentes na narrativa e que são contados de uma maneira brilhante. Mas eu acho que chorei principalmente porque não era só a Nanisca vencendo, era a Viola e um elenco de mulheres maravilhosas vencendo, comenta Larissa.

 

No estúdio, as Saias recebem a atriz Rejane Faria, que faz parte do elenco de “Marte Um”, o filme brasileiro indicado a concorrer a uma vaga pelo Oscar. Assim como Viola, Rejane interpreta uma guerreira atemporal: Tércia é uma mãe periférica, extremamente dedicada à família. As Saias, Viola, Rejane e a maioria das mulheres modernas estão acostumadas a ouvir a expressão “mulher guerreira” como um grande elogio. Afinal, não é fácil equilibrar diariamente trabalho, filhos, pressões cotidianas, relacionamentos e demandas pessoais. Mas, esse “elogio” pode se tornar um fardo, quando se supõe que as mulheres, principalmente as negras, devem se manter fortes e resilientes o tempo inteiro. As Saias discutem o quanto se identificam com essas mulheres, qual é o limite da força e em quais ocasiões “ser guerreira” é um chamado a ser atendido.
 

E, para fechar o programa da semana, Astrid, Larissa, Luana e Sabrina refletem com as convidadas sobre como se libertar dos estigmas, dinâmicas familiares e quebras de ciclos. Elas também avaliam quem são nas pequenas negociações da rotina de uma casa: se estão mais para quem regula as contas e os banhos demorados ou quem faz bagunça. O “Saia Justa” é exibido ao vivo às quartas-feiras, às 22h45, no GNT.

 

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Por In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

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