Museu do Amanhã vence prêmio mundial na categoria ‘Soft Power’

Pela segunda vez, instituição carioca vence LCD Awards, considerado o “Oscar dos Museus”, superando Louvre de Abu Dhabi e Museu de Vancouver

 

Foto: Divulgação/ CDN Comunicação

Nesta sexta, 28 de setembro, o Museu do Amanhã conquistou, em Londres, o Leading Culture Destinations Awards 2018 – LCD Awards, prêmio britânico considerado o “Oscar dos Museus“. Desta vez, o museu carioca, que virou ícone cultural do Brasil no exterior, foi o destaque da categoria “Melhor Organização Cultural do Ano para promoção de ‘Soft Power’“. Em 2016, o Museu do Amanhã já havia sido reconhecido como o “Melhor Novo Museu do Ano das Américas e Caribe”. Mas desta vez figurou em categoria ainda mais ampla, superando concorrentes de peso como o Louvre de Abu Dhabi e o Museu de Vancouver.

O LCD Awards é o maior prêmio internacional concedido a instituições, organizações artísticas e cidades que se tornaram destinos culturais. Ricardo Piquet, diretor-presidente do Museu do Amanhã, que representou a instituição na cerimônia de premiação, ressaltou a importância deste reconhecimento para evidenciar o potencial do Brasil em influenciar e exportar conhecimento e cultura.

Ele disse que é um importante reconhecimento não só para o Museu do Amanhã, mas para o Rio de Janeiro e para o país. Ele explicou que uma premiação numa categoria tão importante como a de melhor organização cultural do mundo pela capacidade de provocar, engajar e influenciar positivamente a sociedade, ratifica o propósito de promover uma melhor relação com o planeta e uma melhor convivência entre todos.

 

“Especificamente neste momento conturbado, de muita disputa e ódio entre extremos, num momento importante para o Brasil. Esta é a nossa contribuição para a promoção da cultura e do conhecimento científico, como instrumentos fundamentais para o amanhã que desejamos”, afirma Piquet.

 

Entre outros fatores de reconhecimento, o LCD Awards destaca o modelo de gestão do Museu do Amanhã, sob responsabilidade do IDG (Instituto de Desenvolvimento e Gestão), como exemplo nacional de gestão e autofinanciamento, enfatizando o caráter inovador do projeto, que é uma iniciativa da Prefeitura, concebida em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo o Banco Santander como patrocinador máster.

‘Soft Power’ é uma expressão usada na teoria das relações internacionais para descre-ver a habilidade para influenciar indiretamente o comportamento ou interesses de outros por meios culturais ou ideológicos, como a gastronomia para França e Itália, e o cinema para os EUA, por exemplo. O termo foi usado pela primeira vez pelo profes-sor de Harvard Joseph Nye, no final dos anos 1980.

 

 

Crédito: CDN Comunicação

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