Propósito e engajamento são diferenciais para sucesso de pessoas e empresas

Profissionais que não estão engajados têm dificuldade de ter sucesso

 

Foto: Reprodução Facebook

 

Com a economia ainda conturbada, incertezas políticas e o universo com cerca de 14 milhões de brasileiros desempregados, Ricardo Seperuelo, fala sobre qual empresa tem perfil mais adequado para se trabalhar. Para o autor do livro “A arte de engajar pessoas”, professor e diretor da Escola de Alto Desempenho e consultor, Ricardo Seperuelo, neste momento de crise é preciso separar o joio do trigo, ou seja, as pessoas do quadro que estão conectadas ao propósito organizacional das que não estão. Ele ainda esclarece para aqueles em busca da recolocação no mercado, que essa fase de baixa pode ser a chance de se conectar aos dons e talentos e encontrar mais que uma vaga, pois devem observar a importância da função que desempenha na maior parte da vida profissional.

 

 

 

 “Não dá somente para realizar uma atividade que seu cargo exige, é necessário entender a relevância da sua essência no quadro organizacional. Ser engajado é muito mais do que ser um cargo. É a essência do profissional”, afirma

 

Seperuelo frisa que muitas organizações focam simplesmente no rendimento financeiro, e que não têm um propósito, não conseguem expressar dentro de suas operações o motivo de sua existência, tendem a fracassar na gestão de pessoas, perdendo talentos, pois não engaja colaboradores

 

“O engajamento está totalmente ligado ao sucesso; pessoas que não estão engajadas têm muita dificuldade de ter sucesso. Elas não conseguem transmitir seu verdadeiro potencial dentro daquilo que fazem”, afirma.  

 

É fundamental que as corporações unam os propósitos organizacionais com os propósitos de vida dos colaboradores pois o mundo corporativo precisa melhorar a gestão de pessoas para a formação de equipes com propósito, engajadas, focadas e, assim, ganhar mais fôlego na busca pela expansão dos seus negócios.

 

“As pessoas não se engajam por isso. Elas se engajam por propósitos, por causas, por pessoas”, diz Seperuelo.

 

Na busca de uma gestão mais humana, o autor considera ser imperioso prestar atenção às pessoas. “Os líderes precisam observar e vivenciar mais os processos que suas equipes executam”, observa.  Segundo o consultor, os gestores que praticam esse exercício, saem dos planejamentos de pranchetas e vão para o dia a dia de operação da empresa, são surpreendidos. Ele ainda explica que as ideias para melhorar o funcionamento da organização estão nas pessoas e nos processos e não ao contrário do que muitos acreditam, focando no financeiro ou no marketing.

 

“Metas e objetivos voltados para resultados e conquistas de mercado sem pessoas e processos são somente projeções. A porta do escritório do líder deve ser aberta para conhecer realmente a realidade da corporação”, destaca Seperuelo.

 

 

Maiores informações:

 

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http://Site http://www.seperueloconsultoria.com.br

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